Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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25 julho 2010

[1203] The check, please! My grandson will pay.

Não insista, Toni. Por muita militância que se tenha - a lealdade é uma virtude - ela não pode ser o instrumento da cegueira nem da demagogia.
Portugal vive em crise desde, seguramente, o virar de século, há portanto 10 anos (para ser benévolo). Começámos a endividar-nos e, com isso, a empobrecer (todos os dados estatísticos o referem). A governação política dos últimos 10 anos foi 70% da responsabilidade do PS (estando José Sócrates, quer como ministro, quer como primeiro-ministro, em todos o sete anos socialistas) e 30% da responsabilidade do PSD. Um cada vez menos socialista e o outro cada vez menos social-democrata, porque ambos cada vez mais neoliberais.
Lembra-se dos 10 estádios de futebol? Poderíamos ter feito a festa com seis. Mas o ministro do Desporto quis mais. Creio que sabe quem é. O optimista reinante. Hoje, já não são estádios. A "modernidade que honra Portugal" (o 'soundbite' preferido) reside agora em aeroportos, comboios supersónicos e auto-estradas virtuais.
Alguém há-de pagar... Não o doce e amigo Toni, que já cá não estará.
(Núncio / Portugal Real, comentário a "Sócrates está para a justiça social como a vuvuzela para a música clássica", Expresso on line, 24-7-2010)

24 julho 2010

[1199] Triste fado

Este artigo (e muitos dos comentários que se lhe seguiram) são o exemplo da desonestidade intelectual que invadiu este pobre país. Ao menos que fôssemos só pobres, mas não estúpidos!
Confunde-se função pública com empresas e institutos públicos. Aqui há privilégios e ninguém, nem mesmo HR, parece querer reduzi-los. Ali os privilégios são o de ganhar um ordenado médio de 900 euros e o de ter um sistema de protecção social específico (CGA e ADSE) pago, em parte, pelos beneficiários e, noutra parte, pelos concidadãos que, se tivessem senso, estariam orgulhosos do trabalho de professores, médicos, enfermeiros, juristas, engenheiros, juízes, procuradores, informáticos e tantos outros que, com competência e zelo, tratam o melhor que podem e com os recursos que têm do bem-estar da comunidade.
HR e outros como ele que fizeram pela coisa pública, além de a vilipendiar e denegrir?
(Núncio / Portugal Real, comentário a "Os privilegiados da ADSE", A Tempo e a Desmodo, Expresso, 24-7-2010)

10 julho 2010

[1190] Salve-se quem puder... enquanto é tempo!

Trabalhadora recrutada para nadadora salva-vidas em piscina municipal do Alentejo.
Curriulum vitae: Idade - sexagenária. Requisito preferencial - não sabe nadar.
(notícia da imprensa diária; cortesia do leitor jfaria)

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