Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.

29 julho 2010

[1205] Janela indiscreta (7): quando?

Dr.ª Cândida Almeida,
quando teremos uma investigação criminal autónoma, corajosa, forte? E quando teremos o primeiro titular de cargo político acusado pelos crimes que cometeu, sem preconceitos nem condicionamentos?

5 comentários:

Anónimo disse...

quando m.p. tover hierarquia a sério.
e portanto responsabilização.

Núncio disse...

Curiosamente, a hierarquia do MP em Lisboa (PGD, DCIAP, DIAP) é toda feminina, toda muito de Esquerda, nalguns casos militante...

Anónimo disse...

Crimes?
Mas que é V para imputar crimes aos outros?

Núncio disse...

Não sou inspector nem procurador. Não imputo crimes nem colijo provas nem reúno indícios.
Sou apenas um cidadão que gostaria que a Justiça não se reduzisse à mera prestação de um serviço de controlo de danos.

Núncio disse...

A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa disse, esta quinta-feira [5-8-2010], que o Ministério Público (MP) tem uma falsa autonomia, depois de o procurador-geral da República ter considerado que tem os «poderes da rainha de Inglaterra».
«A verdadeira autonomia externa em relação ao poder político exige uma hierarquia interna com poderes efectivos, o que não acontece em geral. E esse tem sido problema de sempre do nosso MP», declarou Maria José Morgado, em entrevista ao Jornal de Negócios.
«Actualmente oscilamos entre a autonomia interna de "quinta" [categoria] e a autonomia externa de "mão estendida". Nem uma nem outra interessam», acrescentou.

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