(Nuno Júdice, "A Chávena de Chá", aqui)
Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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21 junho 2006
15 maio 2006
[290] Poesia do mundo: no "Dia das Mães" (Brasil)
Ocupa o centro, como um candelabro;
e a luz que nela se acende transmite-se
ao corpo, que brilha como oculto
diadema.
Vi-a, uma noite, sob o clarão
imenso do horizonte; desde então
apanho os fragmentos da sua imagem,
e colo-os de memória.
O seu rosto, porém, mantém-se
intacto sob as ramagens do tempo,
enquanto afasto folhas e flores para
o olhar num puro instante.
Que ela seja o alfa e o ómega
de todos os que sofrem de solidão;
e o seu ventre fecunde a terra
estéril da ausência.
(Nuno Júdice, "Mulher", A a Z, 14-5-2006)
e a luz que nela se acende transmite-se
ao corpo, que brilha como oculto
diadema.
Vi-a, uma noite, sob o clarão
imenso do horizonte; desde então
apanho os fragmentos da sua imagem,
e colo-os de memória.
O seu rosto, porém, mantém-se
intacto sob as ramagens do tempo,
enquanto afasto folhas e flores para
o olhar num puro instante.
Que ela seja o alfa e o ómega
de todos os que sofrem de solidão;
e o seu ventre fecunde a terra
estéril da ausência.
(Nuno Júdice, "Mulher", A a Z, 14-5-2006)
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