Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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02 fevereiro 2008

[541] Big Joe in the Little Country...

Aos poucos, Joe Berardo vai-se afirmando. Até já nomeia ministros!
De qualquer forma, desde que ele fez a OPA do CCB que a Isabelita tinha os dias contados. Ao menos, essa OPA foi um sucesso, ao contrário da do Glorioso.
Além disso, a gratidão é uma virtude e o grande favor prestado ao governo, ajudando a desmantelar o BCP, tinha que ser pago...
Afastando a marxista e pondo lá um "berloquista", passo a passo, "a esquerda caviar" conquista posições para, em 2009, se tornar na terceira força parlamentar. E o Louçã, entretanto, vai eliminando a sua própria oposição...

30 julho 2006

[328] Duvidosa pronúncia presidencial

*
É, devo dizê-lo, um comunicado surpreendente.
Cavaco Silva tem sido um homem, ao longo de mais de 20 anos de carreira política ou cívica, pouco dado a dúvidas ou estados de alma. De convicções fortes, determinado, solitário, estudioso, organizado e metódico. Sempre que decidiu, não teve medo de errar. Cavaco decidiu, está decidido. Goste-se ou não.
Nesta questão (e já noutra anterior em que também insinuou não estar convencido), não esteve bem, nada bem. Como, acintosamente, lhe assinalou o visado, se tinha dúvidas, não assinava.
Estranho este novo 'roteiro pelas dúvidas'...
Se as considerações feitas sobre a (não) adesão política, pela promulgação, aos actos do Governo são correctas e pedagógicas, é inquietante notar que o Presidente não retira conclusões da sua própria tese. Ora, se - ao promulgar - não está necessariamente a aderir, não promulgando não está forçosamente a praticar um acto de censura (sobre a substância). Pode apenas traduzir uma discordância (exigentemente sempre fundamentada) da forma, do tempo, do modo da medida.
Promulgando ou vetando, o Presidente da República deve sempre fazê-lo ponderada, mas convictamente. Como, no caso, sempre nos habituara...
Em resumo, "Dê-me o benefício das suas convicções, se as tiver, mas guarde para si as dúvidas. Bastam-me as que tenho." (Johann Wolfgang von Goethe, 1749-1832)

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