Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.

31 outubro 2010

[1264] A militância cega, surda e muda

«(...) o bruxo Medina Carreira tinha de andar mais 20 anos a dizer aquilo que não fez quando foi Ministro das Finanças.»
(Luís Novaes Tito, "Podia Portugal sobreviver sem esta gente?", A Barbearia do Senhor Luís, 29-10-2010)
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A alfinetada em Medina Carreira é duplamente injusta.
Em primeiro lugar, ser ministro em 1975, saídos de um modelo político e económico totalmente diferente, não tem comparação possível com o ser ministro em 2005. E, além do mais, estamos a falar de 30 (!) anos. Só o factor tempo torna tudo incomparável.
Em segundo lugar, Medina Carreira, pela sua colocação histórica e ideológica, revela [nas] suas intervenções uma coragem que, hoje, poucos militantes ou adeptos socialistas assumem: é a de, para bem do partido a que pertencem e do amor a Portugal que deverão [sentir], correr com quem está a destruir a matriz desse partido e a causar danos profundos ao nosso país.
(Núncio, idem)

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