Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.

07 outubro 2010

[1254] E agora?

Não sei se [o Luís M. Jorge] estava irritado ou não, mas sei que é um grito que muita gente já deveria ter dado, a começar por mim. A nossa geração (calculo que seremos ambos da geração que começou a escolarizar-se após 1974 e que viveu a adolescência/juventude em pleno Cavaquismo) conformou-se, estranhamente, com a perda gradual, inexorável, de dignidade e referências. Chegou a tecer loas a “putas e cabrões” sem perceber bem que estava a ser fo… lixado.
(Núncio, comentário a "Os anos dourados", vida breve, 3-10-2010)

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