Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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28 setembro 2009

[1025] Para memória futura

O Divã de Maquiavel é um dos vencedores da noite.

[1024] Rescaldo: quase tão bom quanto o Pedro Magalhães

Parafraseando alguém, "estou muito satisfeito comigo mesmo".
As minhas previsões foram certeiras em toda a Esquerda e os pequenos desvios à Direita apenas não anteciparam alguma deslocação do PSD para o CDS (cerca de 3%).
Parece confirmar-se (quase) tudo o que previ:
1. PS vence com maioria relativa (36,5 %);
2. PS e BE não alcançam juntos a maioria absoluta de deputados (a menos que todos os mandatos da emigração fossem para o PS);
3. PSD e CDS têm juntos mais deputados do que o PS (basta que o PSD obtenha um mandato da emigração);
4. CDU torna-se na 5.ª força parlamentar.
Só não se confirmou o BE como 3.ª força parlamentar (por troca com o CDS) nem a estreia do MEP no Parlamento.

27 setembro 2009

[1023] Rescaldo: muito melhor do que o Trocas de Opinião

Sem empresa de sondagens, sem questionários, sem trabalho de campo, sem margens de erro, sem variações máximas e mínimas, apenas com observação e intuição:
Partidos / Previsão / Votos
1. PS.........36 %........36,56 %
2. PSD.......32 %........29,09 %
3. BE.........10 %.........9,85 %
4. CDS.........8 %........10,46 %
5. CDU.........8 %.........7,88 %
6. MEP.........2 %.........0,45 %
O/B/N..........4 %.........6,16 %
*
Partidos / Previsão / Deputados(1)
1. PS............96...........96
2. PSD..........87...........78
3. BE............17...........16
4. CDS..........15...........21
5. CDU..........13...........15
6. MEP...........2.............0
(1) Faltam apenas distribuir os quatro deputados dos dois círculos da emigração (a tradição diz que o PSD assegura, no mínimo, dois)

03 agosto 2009

[930] Voto inútil

«(...) insistir nesse chavão “derrotar a Direita” (ou o inverso) acho que empobrece o discurso político e rompe com uma tradição verdadeiramente democrática que é a da alternância. Se “a Direita” (ou “a Esquerda”) estivessem sempre no poder teríamos uma democracia “à mexicana”. É isso que queremos?
Por outro lado, nem sempre os candidatos ou os projectos da “Esquerda” (ou da “Direita”) são melhores, por força das circunstâncias, do momento, da conjuntura, da geração, do líder, do que seja. Eleger sempre, acriticamente, esses projectos/candidatos seria também um duro golpe no regime.
Onde quero chegar? Que, em vez de entrar nesta luta negativa contra a “direita” ou a “esquerda”, devemos aderir positivamente a candidaturas em nome do que defendem e da credibilidade dos seus agentes. E, como saberá melhor do que eu, nem sempre os candidatos da dita “Esquerda” são melhores…
Em resumo, “voto na Jaquina porque ela é uma excelente candidata, conhece profundamente o município, propõe-se fazer isto e aquilo e aqueloutro, na lista dela está o Zulmiro e o Benvindo, cuja coerência e ética muito aprecio e também acho que é tempo do executivo mudar de actores e políticas”.
Não é muito melhor do que dizer apenas “voto na Jaquina porque não quero que a Direita (Esquerda) ganhe”?
(Núncio, comentário a "Voto útil, um exemplo", Cipriano Justo, Eleições 2009, 3-8-2009)

02 janeiro 2008

[530] Votos do politicoterapeuta

2008 momentos de competência, solidariedade e transparência durante o Ano Novo, em Portugal.

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