Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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25 agosto 2012

[1392] Privatizar não é ilegalizar

Acho curioso que só agora, que se prepara a sua concessão/privatização, a RTP demonstre, ao fim de 38 anos (!), que pode ser sustentável! Porque não o foi durante este tempo todo? E porque é que um serviço público paga aos administradores e a alguns trabalhadores como se de uma empresa privada se tratasse?
Por outro lado, a privatização é apenas um modelo de gestão, defendido por uns, contestado por outros. Não é uma actividade criminosa nem um exercício fora da lei. Qualquer concessionário ou empresário privado tem de cumprir a lei vigente, as regras deontológicas e, como agora se diz, as boas práticas.
Declaração de interesses: não trabalho em qualquer órgão de comunicação social nem sou parte interessada na administração/gestão de nenhum, a não ser como cidadão e contribuinte. Sou, em princípio, adepto de um canal de rádio e de televisão gerido pelo sector público.

16 outubro 2006

[364] Não há mais ninguém para lhes bater?

"(...) a que níveis gostaria que os funcionários públicos (FP) portugueses as melhorassem [a produtividade e qualidade do seu trabalho]? Aos níveis médios de produtividade e qualidade do sector privado (SP) nacional, por sinal dos mais baixos da União Europeia?
Porque hão-de dar os FP (cerca de 700 mil) aquilo que não dá o SP (cerca de 5 milhões)? Sempre julguei que a riqueza de um país fosse o resultado da produção das suas empresas, das suas indústrias, da sua agricultura, dos seus comerciantes, dos seus serviços e da receita cobrada a TODOS os trabalhadores..."
(Núncio, em comentário deixado a um leitor daqui)

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