Terapia política. Introspecção psicossocial. Análise simbólica.
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25 dezembro 2008

[735] A crise revisitada

«Afinal o mundo nada aprendeu com a crise de 1929, apenas vista hoje como mera curiosidade do passado.»
*
Concordo com o leitor. Não se aprendeu nada nem se aprende. Se repararmos, a segunda metade do séc. XX é uma época revivalista, com todas as teorias e doutrinadores "neo". Os neoliberais, os neocon, os pós-modernistas, o Bush Jr, o novos populistas, os renovadores comunistas... E sempre que se recauchuta uma tese ou um movimento, ele surge mais assanhado, mais violento!
O homem não é um ser racional, é um ser de hábitos.
(Núncio/Portugal Real, idem)

25 outubro 2006

[377] Livre, ma non troppo...

«Não sendo subscritor, genericamente, das teses dos chamados "neo-con", não vejo qual o problema de haver imprensa dessa área... ou a liberdade de imprensa só existe se todos forem "neo-labour"?
Aliás, prefiro que todas essas correntes estejam claramente identificadas na imprensa e na política (através de declarações de interesses), de modo a que as escolhas se façam em consciência.
Pior é ter "neo-cons" travestidos de socialistas...»
(Núncio, em comentário deixado aqui, na sequência da reflexão feita no post "[370] Lendo os outros: auto-censura?", de 23-10-2006)

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